1. O problema — Estúdio Dupla Face
O Estúdio Dupla Face trabalha com residências, interiores e cenografia, e define o próprio ofício por duas faces: a que se vê — luz, material, paisagem — e a que sustenta — desenho preciso e documentação que a obra entende.

2. As restrições — Estúdio Dupla Face
Um projeto de arquitetura vira um monte de arquivo espalhado: plantas, desenhos técnicos, referências, fotos de obra e decisões combinadas por WhatsApp. O cliente não sabe onde olhar, e o estúdio repete a mesma informação por meses. O problema não era guardar arquivo — era dar a eles um lugar onde fizessem sentido juntos.

3. A decisão — Estúdio Dupla Face
As coordenadas de cada ponto são gravadas em porcentagem da imagem, não em pixels. A marcação continua exatamente sobre o ambiente certo em qualquer largura de tela e em qualquer nível de zoom — detalhe pequeno que decide se a funcionalidade é usável no celular da obra.

4. A solução — Estúdio Dupla Face
A planta baixa virou a interface. O arquiteto marca um ponto sobre cada ambiente e acumula ali dentro quantos desenhos, imagens e textos quiser — a planta deixa de ser uma imagem e vira o índice do projeto. Em volta dela, um portal em que o cliente conversa com o estúdio e baixa documentos, e um painel em que o estúdio publica o que quiser mostrar no site.

5. O aprendizado — Estúdio Dupla Face
Cada tabela tem Row Level Security, e as políticas partem de três funções: is_admin(), is_approved() e a posse da linha. Cliente aprovado enxerga apenas os próprios projetos, conversas e documentos — mesmo que a interface erre.
