1. O problema — DevAgent — o Kanban autônomo
Em todo backlog existe uma faixa de tarefas que é simples, repetitiva e mesmo assim consome um desenvolvedor: o CRUD a mais, o campo novo no formulário, o ajuste de validação.

2. As restrições — DevAgent — o Kanban autônomo
Eliminar o gargalo humano nesse tipo de tarefa sem abrir mão da revisão. Um agente que escreve código direto na branch principal é um risco; o valor só aparece se ele entrar pelo mesmo portão de qualidade que qualquer pessoa do time.

3. A decisão — DevAgent — o Kanban autônomo
A saída do agente é sempre um PR. Isso mantém o histórico legível, o diff revisável e o poder de veto com o time — a automação acelera o começo do trabalho, não o fim dele.

4. A solução — DevAgent — o Kanban autônomo
O agente age como um desenvolvedor virtual dentro do fluxo que já existe: puxa o card, interpreta o requisito, escreve a implementação, executa os testes e abre um pull request. A revisão humana continua sendo o último passo — o que muda é quem escreve o primeiro rascunho.

5. O aprendizado — DevAgent — o Kanban autônomo
O agente roda a suíte antes de entregar. Se não passa, ele não abre PR — o que evita transferir para a revisão humana um trabalho que a máquina já sabia estar errado.
