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Engenharia / Recursos abertos

EnvRune

CLI em Go que troca o .env por um cofre criptografado: os segredos são referenciados por nome em um envrune.yml versionável e injetados direto no processo, com saída mascarada e compartilhamento em equipe criptografado de ponta a ponta.

Mascaramento que aguenta streaming

Os valores injetados que o processo imprimir saem como ****, inclusive nas formas codificadas em URL e em base64. Como um valor pode chegar partido entre dois blocos de saída, o filtro retém apenas o final que ainda pode ser o começo de um segredo — e, no terminal, o processo roda em um pseudoterminal, então cores, barras de progresso e prompts continuam funcionando.

Agentes de IA executam, mas não leem

O envrune mcp é um servidor MCP para Claude Code, Cursor e Copilot: o agente roda os testes ou sobe o servidor de desenvolvimento com os segredos injetados e recebe a saída mascarada. Nenhuma ferramenta devolve um valor, e só os comandos nomeados no envrune.yml podem ser executados — comando arbitrário vem desligado por padrão.

Um servidor que não lê nem se dá acesso

No EnvRune Cloud, a chave de cada ambiente é cifrada para cada dispositivo com age (X25519), e toda chave pública é alcançada por uma cadeia de assinaturas Ed25519 que termina em raízes fixadas pelo próprio time. Um servidor comprometido pode negar serviço ou ver quem buscou o quê; não consegue ler um valor nem fazer um cliente cifrar para uma chave que nenhum administrador assinou.

Registro de decisões já descritas no estudo de caso; sem data de lançamento atribuída. Novas alterações podem ser adicionadas como entradas datadas.

Evidências nos projetos