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IA & Automação
Em desenvolvimento

DevAgent — o Kanban autônomo

Um agente que lê o card e abre o pull request

DevAgent — o Kanban autônomo — Um agente que lê o card e abre o pull request

Contexto

Em todo backlog existe uma faixa de tarefas que é simples, repetitiva e mesmo assim consome um desenvolvedor: o CRUD a mais, o campo novo no formulário, o ajuste de validação.

O desafio

Eliminar o gargalo humano nesse tipo de tarefa sem abrir mão da revisão. Um agente que escreve código direto na branch principal é um risco; o valor só aparece se ele entrar pelo mesmo portão de qualidade que qualquer pessoa do time.

A arquitetura

O agente age como um desenvolvedor virtual dentro do fluxo que já existe: puxa o card, interpreta o requisito, escreve a implementação, executa os testes e abre um pull request. A revisão humana continua sendo o último passo — o que muda é quem escreve o primeiro rascunho.

Fluxo da arquitetura

  1. Card do quadro

    • O requisito como o time já escreve
  2. Agente

    • Interpreta o requisito
    • Escreve a implementação
  3. Testes

    • Sem passar, não abre PR
  4. Pull request

    • Diff revisável
  5. Revisão humana

    • O último passo continua com o time

Decisões de engenharia

Entrega pelo pull request, não pela branch

A saída do agente é sempre um PR. Isso mantém o histórico legível, o diff revisável e o poder de veto com o time — a automação acelera o começo do trabalho, não o fim dele.

O teste como portão

O agente roda a suíte antes de entregar. Se não passa, ele não abre PR — o que evita transferir para a revisão humana um trabalho que a máquina já sabia estar errado.

O card como especificação

O requisito de entrada é o próprio card do quadro, do jeito que o time já escreve. Não há uma segunda linguagem de prompt para manter em dia.

Stack completa

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Automação
Artigo completoDo card ao pull request: o que aprendi construindo um agente de software de verdade7 min de leituraLer o artigo